A LER ANTES DA PARTIDA
         
  CLIMA:
Semi-desértico. Os dias são quentes e secos e as noites frescas. O Egito pode ser visitado o ano todo. Mesmo durante o verão o calor é suportável por razão de baixa taxa de umidade.

SUPERFÍCIE E POPULAÇÃO:
1.001.449 km2 e 65 milhões de habitantes.

CAPITAL: Cairo (mais 16 milhões de habitantes).

FRONTEIRAS:
Líbia, Sudão, Israel. Separada da Jordânia e da Arábia Saudita pelo Golfo de Aqaba.

LÍNGUA:
A língua oficial é Árabe. Fala-se também o Bérbere e o Núbio.
O Francês e o Inglês são usados em lugares turísticos.

MOEDA:
Libra Egípcia (US$ 1,00 = L$ 5,3723) - Em agosto/2008.
A
RELIGIÃO: Islamismo.


REGIME POLÍTICO: Presidencialismo.

PRESIDENTE:
Muhammad H. Mubarak.

PRODUÇÃO:
Trigo, milho, cana-de-açúcar, cevada, arroz, lentilhas, feijão, cravinho-do-Egito, gado bovino, búfalos, ovelhas, cabras, petróleo, gás natural, fosfatos e ferro.
 

ATIVIDADES ECONÔMICAS:
Têxteis, adubos, refinação de petróleo, cimento, siderurgia e indústrias alimentícias.

FORMALIDADE ADMINISTRATIVA
:
Passaporte válido no mínimo 3 meses. Visto obrigatório e pode ser obtido na chegada ao aeroporto (US$ 30,00).

GORJETAS - (Bakhshish em língua árabe):
É uma instituição no Egito. Recomendamos dar uma gratificação de acordo com sua apreciação. Caso não dê, o servidor considerará que você não está gostando do serviço.


TRASLADOS
:
Entre aeroporto do Cairo e os hotéis: 30 a 45 minutos.
Entre aeroporto de Aswan e o navio: 20 a 30 minutos.
Entre aeroporto de Luxor e o navio:   20 a 30 minutos.

TRANSPORTE AÉREO:
Vôos Domésticos: Partidas do Cairo para Luxor e Aswan ou
no sentido inverso, de manhã bem cedo ou no final da noite.
A irregularidade dos vôos, as más condições atmosféricas,
as tempestades de areia e os incidentes técnicos nem sempre explicados pela companhia doméstica poderão modificar ou anular um trajeto. Substituiremos um transporte aéreo ou
outro meio (ônibus-leito, ônibus, etc.) conforme o caso.

O QUE LEVAR NA MALA:
Evite vestidos decotados, saias ou shorts curtos durante toda a viagem no Egito. Não esqueça um chapéu para proteger-se do sol e uma lanterna para as visitas às tumbas.

 
         
    COMPRAS:
A inigualável diversidade do artesanato egípcio oferece objetos de todos os tipos: tecidos, peças em ouro e prata, colares de âmbar, tapeçaria, imitações de antigüidades, objetos em latão e em cobre, especiarias, papiro, objetos em vime e etc. Você poderá fazer as suas compras nos Souks (mercados) na maioria das cidades.

REGULAMENTAÇÃO HOTELEIRA:
De uma maneira geral, a regulamentação hoteleira prevê que os quartos estejam à disposição a partir das 14h no dia de chegada e liberados às 12h no dia de partida. Contudo, alguns stabelecimentos poderão infringir esta regra.

CLASSIFICAÇÃO
DOS BARCOS E HOTÉIS
:
Aconselhamos que você estude atentamente os seguintes pontos:
É necessário considerar sempre as possibilidades de acolhimento do país visitado, a situação do estabelecimento escolhido e determinar assim, se a categoria do alojamento é conveniente às suas exigências. Com isso, você evitará um erro na escolha que pode até, estragar a sua estadia. Pode acontecer também que por razões climáticas, técnicas, tais como renovações, incidência de alta ou baixa estação, uma parte das instalações, equipamentos, atividades e animação descritas no catálogo e operacionais no momento da reserva, estejam temporariamente indisponíveis. Neste caso, o viajante não poderá exigir nenhuma indenização.

SAÚDE:
Não é obrigatória nenhuma vacina para viajar ao Egito. No entanto, aconselhamos que o viajante se vacine contra a Hepatite A, transmissível através da água e comida. Evite beber água não mineral. Doença do Turista: A mudança de regime alimentar, o calor e a higiene por vezes inferior a que temos hábito, favorece os distúrbios digestivos. Para se prevenir, além de ingerir os medicamentos (indicados por médicos), você deve comer arroz e beber pouca água.
 

 
       
       
       
       
       
       
       
           
       
             
 
AS VERDADES PARA QUEM VIAJA AO EGITO
(Leitura Imprescindível)
 
             
 
Consideramos que é nosso dever, dar uma imagem realista do desenrolar de sua viagem e preveni-lo de inconvenientes
com que poderá se deparar devido à estruturação turística no Egito ou por perturbações de ordem técnica.
Não busque a PERFEIÇÃO numa viagem ao Egito.
O seu bom humor é a chave de sua satisfação.
A Pacha Tours tem sua própria equipe no local se esforçando ao máximo possível para satisfazê-lo.
 
             
  CRUZEIROS:
O cruzeiro no Nilo é a forma mais agradável de descobrir o Egito. Mesmo
as técnicas mais recentes, ainda não eliminaram completamente o ligeiro barulho acompanhado de vibrações, característico dos barcos de serviço no Nilo. Isto é sobretudo devido a bomba d’água. As refeições, apesar de bem confeccionadas, não revelam a gastronomia. As distrações a bordo não podem ser comparadas com as dos grandes cruzeiros. Em caso do não funcionamento do sistema de vídeo, em alguns barcos, não poderemos consentir nenhuma indenização. No dia do embarque, a sua cabine poderá não estar à disposição imediatamente, mesmo que chegue cedo, só a partir das 14h ela estará disponível. No dia do desembarque, você deverá liberar a cabine antes da excursão da manhã, por volta das 8h, afim de permitir que a equipe de limpeza possa preparar as cabines para os passageiros seguintes. As cabines são atribuídas apenas no momento do embarque e não no ato da reserva. Tendo o número de barcos, aumentado no Nilo, existe um problema de estacionamento, principalmente em Luxor. Os barcos são obrigados a atracar um ao lado do outro, com isso, o barulho e a vibração dos motores e geradores será sentido com certeza.

ATENÇÃO: A classificação dos navios é feita com base em normas locais e não correspondem às normas internacionais.

FOTOS:
Não há nenhuma indicação quanto à introdução de material fotográfico. As câmeras devem ser declaradas ao entrar no Egito. É necessária uma autorização para fotografar o interior dos túmulos e lugares sagrados.
    CARTÕES DE CRÉDITO:
Visa, Amex, Eurocard. Caixas automáticos são raros. Nos barcos, você deve pagar os extras com Libras Egípcias (L.E.).

ABU SIMBEL
Veja nosso pacote de Cruzeiro no Nilo incluindo visita à Abu Simbel.

HOTÉIS:
No Egito A qualidade dos serviços e a classificação hoteleira não correspondem a classificação internacional.

VISITAS: SONS E LUZES:
No Verão, as visitas acontecem muito
cedo pela manhã. No inverno, em função da afluência dos templos, o guia poderá modificar a ordem e a hora das visitas pensando no interesse do turista. Devido a imperativos locais e ao número de participantes inscritos em cada um dos programas, o acompanhante poderá ter a seu cargo, um conjunto de passageiros de uma mesma nacionalidade e/ou língua.

RESTAURANTES NO CAIRO:
Durante a sua estadia no Cairo será necessário fazer algumas refeições fora do hotel, nas proximidades dos lugares a serem visitados. Estes restaurantes são bastante simples e a refeição de qualidade média.

GORJETAS:
Lembramos que nossos preços NÃO INCLUEM GORJETAS. Caso você não ofereça aos servidores nos hotéis e navios, motorista e guia, eles provavelmente vão pedir, e até insistir seriamente. Para evitar qualquer confusão, mencionamos em cada programa o montante global que deverá ser pago ao nosso representante local que distribuirá aos devidos servidores.
 
 
             
  LEMBRAMOS QUE PARA O EGITO OS BRASILEIROS PRECISAM DE VISTO.  
             
   
         
 
PRINCIPAIS LUGARES A VISITAR
 
         
 

ABU SIMBEL:
Situado a 280 Km a sul de Aswan, o lugar caracteriza-se por dois templos subterrâneos edificados no reinado de Ramsés II. Estes templos eram pouco visitados devido ao seu acesso difícil e à quase inexistência de meios de transporte para o local. Com a construção da alta barragem de Aswan, que criaria um lago de retenção de 157 milhões de m3 de água, os dois templos seriam engolidos. Uma campanha internacional lançada pela UNESCO em 1960 permitiu a sua proteção. Os templos foram transportados pedra por pedra e reconstruídos no lugar onde se encontram hoje. Quatro colossos, cada um com 20 metros de altura, representando o faraó Ramsés II. Entre os pés dos colossos, figuras de dimensões mais reduzidas representam os membros da família do faraó: a sua mãe, a rainha Touy, a sua mulher, Néfertari, as suas filhas e filhos. O templo de Hathor, chamado habitualmente de pequeno templo, encontra-se a uma curta distância a norte do grande templo. Os intervalos entre os fortes servem de nicho a 6 colossos de 10 metros de altura talhados na rocha. Eles representam Ramsés II de pé e Néfertari em vestuário Hathor. A seus pés, os altos-relevos das crianças reais.

ABYDOS:
Cidade do Alto Egito onde foi encontrada a tábua de oferenda da peregrinação de Seti I ao túmulo de Osíris. Visitaremos o templo de Seti I (cenas de peregrinação com cores notáveis) e passaremos diante de Osiréion (cenotáfio de Seti I), construído em calcário e granito vermelho.

ACHMOUNEIN:
Achmounein é a antiga Hermapolis dos Gregos. Centro religioso importante, que não sofreu a influência das doutrinas solares. Aqui era adorado o deus Thot, deus da sabedoria dos escribas, representado sob a forma de ibis ou macaco.


ALEXANDRIA:
Um dos portos mais importantes do Mediterrâneo, estende-se a noroeste do delta do Nilo. Fundado em 322 a.C. por Alexandre o Grande, era célebre pelo seu farol, uma das 7 maravilhas do mundo. Alexandria foi um centro artístico e literário do Oriente e um dos principais centros da civilização helenística.

ASWAN:
Na margem direita do Nilo, é uma das cidades mais interessantes do Alto Egito. A antiga barragem, 1962 metros de comprimento, foi construída entre 1898 e 1902. Foi a base da irrigação moderna das terras baixas. Revelou-se rapidamente insuficiente e renovações sucessivas tiveram de ser executadas. A nova barragem, construída a 15 Km a sul de Aswan, é uma obra colossal, que faz parte das obras de arquitetura mais espetaculares deste século.

BENI HASSAN:
Situado na margem direita do Nilo. É necessário atravessar de barco o rio e depois montar um burro num flanco de uma falésia para chegar a um dos lugares mais notáveis do Baixo Egito. A necrópole tem o nome de uma família árabe que veio instalar-se na região. Esta família fundou uma vila que veio a ser destruída por uma torrente de lama.Os túmulos são talhados do flanco da falésia, verticalmente, são cerca de 39 relativamente bem conservados. São visitados 4, dedicados a grandes senhores feudais, monarcas hereditários do Império Médio.

CIDADELA DE SALADINO:
Iniciada em 1160, terminada e ocupada em 1207, sofre modificações com a evolução de táticas militares. Composta de três partes distintas e contíguas, envolta de muralhas e de torres, revela-se a arquitetura dos cruzados da Síria. Erguida na colina Mokattam, permite descobrir a mais bela paisagem sobre a cidade do Cairo, no horizonte, as pirâmides de Gizé. A cidadela, atualmente em zona militar, não pode ser visitada. Mohamed Ali, sultão de 1824 a 1848, enriqueceu-a com uma mesquita notável, toda coberta de alabastro e edificada no estilo das mesquitas de Istambul. Só terminada em 1857, no reinado de Saïd Pacha.

COLOSSOS DE MEMNON:
Situados no vale de Tebas, são testemunhos da grandeza do rei Amenophis III, guardiães da entrada do seu templo funerário. As suas dimen-sões atingem a altura de um edifício de 6 andares. Ambos Representam Amenophis III, sentado na posição consagrada, as mãos sobre os joelhos. De acordo com a lenda, estas estátuas emitem sons harmoniosos quando são aquecidas pelos raios do sol.

DENDERAH:
Cidade do Alto egito, célebre pelo templo de Hathor, deusa do amor e do prazer. O templo foi construído em grés. As suas fundações descem até 5,70 metros na areia e a sua orientação parece ter sido determinada pelo curso do Nilo. O lugar compreende o grande templo greco-romano de Hathor, Mammisi de Augusto (ou casa do parto), o lago sagrado, um pequeno templo de Isis e a igreja Copta.

EDFOU:
Cidade do Alto Egito, na margem esquerda do Nilo. O templo de Horus, foi danificado e restaurado, apresentando agora um estado de conservação excepcional. É o segundo em dimensão depois do templo de Harnak. A decoração puramente ptolomaica é exclusivamente religiosa e mitológica. Os corredores, pórticos e quartos, estão no mesmo estado de quando o deus Horus de Behedet era adorado.

ESNA:
A mais importante cidade do Alto Egito depois de Aswan (25.000 habitantes). Aí encontramos os vestígios de um templo dedicado ao deus Khnoum, da época ptolomática e romana. Todos os muros e colunas são cobertas de textos e cenas puramente religiosas.
Encontramos igualmente o calendário das festas e as indicações relativas à astronomia mística. Os hieróglifos não permitiram ainda uma interpretação absoluta dos textos.


HURGHADA
:
Situada no Mar Vermelho a cerca de 436 Km ao sul de Suez. Esta estação balnear é um verdadeiro paraíso para os que adoram o sol, os banhos em águas quentes e os esportes náuticos. O Mar Vermelho esconde um dos fundos submarinos mais belos do mundo.

ILHA ELEFANTINA:
Está separada de Aswan por um braço do Nilo com 150 metros de largura. Durante o reinado dos faraós, a Ilha Elefantina era a capital de um principado. Aqui o deus Khnoum era adorado, bem como as deusas Satis e Anoukis. Ponto estratégico importante, era a residência do príncipe hereditário, chefe da província. As escavações agora em curso impedem a visita ao templo de Khnoum.

JARDIM BOTÂNICO DE LORD KITCHENER
Lord Kitchener foi nomeado representante da Inglaterra no Egito em 1911. A Ilha Kitchener está situada entre a Ilha Elefantina e a margem esquerda do Nilo. Consiste num imenso jardim tropical com grande variedade de espécies da flora africana.

KARNAK:
Um conjunto impressionante com destaque para o grande templo de Amon e as suas dependências, o antigo porto, o grande corredor decorado de pórticos, de colunas e duas fileiras de esfinges, os templos de Seti II e de Ramsés III, a sala hipostilo de dimensões esmagadoras com 134 colunas gigantescas, o lago sagrado de 120 por 77 metros, indispensável às navegações rituais. 8 séculos se passaram entre o começo da construção dos templos de Karnak e a sua finalização. Existem zonas ainda por explorar.

KOM OMBO:
O templo domina o Nilo a 15 metros de altitude, como uma acrópole. Particularidade rara, o templo de Kom Ombo é “duplo”. Dedicado ao deus Haroëris com cabeça de gavião e ao deus Sobek com cabeça de crocodilo, tem uma dupla entrada, uma série dupla de portas e um altar duplo.

CAIRO:
Capital do Egito. É a cidade mais importante da África e do mundo árabe. É no Cairo que se encontra a sede do governo e a representação diplomática. Todos os cultos são aqui representados, apesar do número de mesquitas ser cerca de 400. O Cairo é um importante centro comercial. As indústrias estão reagrupadas um pouco por toda parte.

CAIRO ANTIGO:
É o bairro mais antigo da cidade. Deve ser percorrido para se ter uma idéia de como viviam os primeiros cristãos no Egito. Igrejas coptas, museu copta.

 

LUXOR
:
Luxor é o ponto de partida de uma das mais interessantes visitas no Alto Egito. Maspero encarregou-se da desobstrução do templo de Luxor em 1883. Atualmente, as escavações ainda não terminaram. O templo de Luxor era utilizado apenas uma vez no ano, por ocasião da procissão do deus Amon. Estava ligado ao templo de Karnak por uma ala de esfinges. O templo é obra de dois grandes reis, Amenophis III e Ramsés II. Os dois obeliscos de Ramsés foram oferecidos à França em 1831 pelo sultão Mohamed Ali. O mais bem conservado encontra-se em Paris, na Praça de La Concorde, o segundo encontra-se ainda em Luxor na entrada do santuário.

MAUSOLÉU DE AGA KHAN:
Em Aswan, sobre um pequeno monte dominando o Nilo e as ilhas, o Mausoléu de Aga Khan foi construído para responder
ao voto do chefe supremo dos Ismaelitas, ele desejava ser enterrado na cidade que tanto amava e onde passava o Inverno. É um edifício muito sóbrio, em grés rosa, com uma cúpula. Aga Khan repousa num sarcófago de mármore branco finamente decorado. Em obediência a um último desejo do defunto, uma rosa vermelha é todos os dias colocada no seu túmulo.

MÊNFIS:
Mênfis foi uma das mais antigas e mais importantes cidades do Egito. Fundada por Ménès, conheceu a prosperidade durante várias dinastias até à sua desagregação por Teodósio em 389 a.C.. Mênfis é atualmente um imenso palmar onde se encontram dispersos alguns vestígios. O mais belo destes, consiste numa esfinge de alabastro de belas dimensões. Um colosso de Ramsés II está situado a alguns metros da esfinge. Descoberta por um arqueólogo inglês em 1820, foi oferecida ao Museu Britânico que nunca teve a sua posse.

MINIEH:
A 246 Km ao sul do Cairo, está Minieh. Cidade comercial de 100.000 habitantes. A maior parte dos egiptólogos estimam que Minieh ocupa o lugar da antiga Menat Khoufou. Aqui era venerado o deus Horus com cabeça de falcão e a deusa Sekhmet com cabeça de leão.

MESQUITA DO SULTÃO HASSAN:
A mais bela obra-prima da arquitetura árabe terminada em 1362, sob o reinado do Sultão Hassan. Um imenso minarete de 3 galerias com 86 metros de altura orienta-se para sudoeste. É o mais alto do Cairo. Um segundo minarete, menor, ergue-se do lado este. A mesquita está construída em pedra de talha.

MUSEU EGÍPCIO
:
Fundado em 1857 por Augusto Mariette, é o mais rico museu de antigüidades egípcias do mundo, salas de grandes sarcófagos, colunas monumentais de granito, estrelas em quartzo rosa, estátua e esfinge originária de Deir-El-Bahari, coleções de estatuetas e de jóias, móveis funerários e sobretudo o magnífico tesouro de Tutanhkamon.



PEDREIRAS DE GRANITO:
A cerca de 1 Km de Aswan, as antigas pedreiras nos permitem conhecer o processo genioso empregado pelos egípcios na extração dos blocos de granito. As pedras eram entalhadas e nesses entalhes eram aplicadas cunhas de madeira. Esta madeira era então molhada, e inchando, faziam com que a pedra partisse nos lugares exatos. Podemos ver ainda um obelisco inacabado, com 41 metros de comprimento, cuja talha foi abandonada por causa de uma fissura acidental no granito.

PHILAE:
A Ilha de Philae é um dos sítios mais pitorescos do vale do Nilo e do Alto Egito. Num décor grandioso de rochas graníticas, a ilha foi domínio da deusa Isis, onde se erguia o seu templo. Infelizmente com a construção das barragens, as águas submergiram o templo deixando vislumbrar apenas a parte superior. A corrosão permanente provocada pelas variações diárias do nível das águas, condenou os monumentos de Philae ao desaparecimento. O governo Egípcio decidiu mudar pedra por pedra, com a ajuda da UNESCO, o conjunto de edifícios para a Ilha de Agilka, situada a 300 metros de Philae. Os trabalhos começaram em 1972 e terminaram em 1980, e o templo pode ser novamente visitado.

PIRÂMIDES:
A mais célebre necrópole é a de Gizé, a 15 Km do Cairo. É constituída por 3 pirâmides, Queóps, Quefren e Mykerinos. Quarenta séculos de existência na entrada do deserto. Queóps, a mais impressionante, com 137 metros de altura. Sepulturas reais monumentais, um trabalho de 30 anos que contou com de 200.000 trabalhadores.

SANTA CATARINA:
O convento de Santa Catarina está construído junto a duas montanhas gêmeas, o Monte Moisés (na Bíblia, Monte Sinai), no qual o profeta recebeu as Tábuas da Lei e o Monte de Santa Catarina no qual os anjos pousaram o corpo de Santa Catarina de Alexandria. Fundado pelo Imperador Justiniano em 527, o convento é constituído por vários edifícios de diferentes épocas, a igreja de estilo bizantino é um verdadeiro museu onde são guardados fabulosos tesouros. A biblioteca contém 3.500 manuscritos. É considerada como a segunda do mundo, depois do Vaticano. A capela do “Silvado Ardente”, o lugar mais santo da península, marca o lugar onde o profeta Moisés ouviu a voz do Senhor ordenando-lhe para guiar os hebreus para longe do Egito. O convento, habitado atualmente por monges gregos, tem igualmente uma mesquita do século X.

SAKARAH:
A 35 Km ao sul do Cairo e ao largo da margem esquerda do Nilo, estende-se a necrópole de Sakarah, a mais vasta do Egito. Poderemos ver o túmulo do Rei Djeser e dos membros de sua família, o Sérapeum ou a sepultura subterrânea do Touro Apis.

SHARM EL SHEIKH:
Situado no Golfo de Aqaba a 481 Km do Cairo, Sharm El Sheikh é o centro das atrações para os apaixonados pelo sol e pelo mergulho. O clima e a riqueza da fauna aquática tornam o lugar ideal para o lazer.

SPHINX (Esfinge):
Leão com cabeça humana encarnando o rei ou o deus num aspecto protetor. São encontradas em alinhamentos monumentais na entrada dos templos para defender a sua entrada. A mais célebre é a de Gizé, talhada na rocha, face voltada para levante a cerca de 350 metros de distância da pirâmide de Quéfren.

TELL-EL-AMARNA:
Quando o rei Amenophis IV, rompeu com o clero de Tebas e abandonou o deus Amon, construiu na região de Tell-El-Amarna, envolta por montanhas, uma nova capital dedicada ao deus Aton Akhenaton e muda seu nome para Akhenaton.

TOUNAH-EL-GEBEL
:
A 12 Km de Achmouneïn, Tounah-El-Gebel, a necrópole da cidade greco-egípcia de Hermapolis. Uma bela estrela - fronteira de Akhenaton representando o disco solar.

TEBAS - VALE DOS REIS:
É na margem oeste de Tebas, denominada de “Vale dos Reis”, Vale das Rainhas” ou “Cidade dos Mortos”, que estão enterrados os reis e rainhas das grandes dinastias, Seti I, Ramsés VI, Aménophis IV e Tutankhamon. O templo de Deir-El-Bahari, dedicado à deusa hator. O magnifico templo de Medinet Habou foi construído por Ramsés III.
 
       
     
         
 
COZINHA EGÍPCIA
 
BEBIDAS
 
         
  A cozinha egípcia é acima de tudo uma mistura de numerosas especialidades mediterrâneas (turcas, gregas e, sobretudo sírio-libanesas). Os egípcios são adeptos das mezes (entradas), quer nas suas casas, quer nos restaurantes (todos os pratos são colocados na mesa e os convidados vão petiscando). Assim não se pode falar de entradas ou pratos principais, mas sim de uma série de especialidades.
      >
  Três pequenos pratos à base de gergelim que se
      >   encontram em quase todas as mesas: Tahina (creme
      >   de gergelim), Homos (purê de grãos de gergelim) e
      >   Babaghanouj (purê de beringelas e gergelim).

      >
  Entre as várias saladas, a salada Baladi é a mais
      >   comum (pepinos, tomate e cebola, com ou sem salada
      >   verde). Muito original e muito mais saborosa, a
      >   Taboule (preparada à libanesa com muita salsa
      >   e menta).

      >
  Dois pratos que quase não se encontram nos
      >   restaurantes tradicionais, mas que todos os egípcios
      >   adoram: Foul, um guisado de favas muito bem cozidas
      >   com azeite, limão e cominho. É comido sobretudo no
      >   café da manhã.

      >
  As sopas são ricas e espessas. A mais conhecida é a
      >
  Mouloukheyya. A receita de base mistura fortemente       >   esta erva verde chamada Mouloukheyya, brete
      >   potagere bem picada e pedaços de carne, cebola,
      >   coentro, alho, alguns grãos de cardamomo e
      >   eventualmente, sumo de limão.

ATENÇÃO: segundo os especialistas, este prato leva cerca de 6 horas para ser digerido pelo nosso organismo). Os vendedores de rua servem Foul num pequeno pão (Baladi) redondo e oco. A outra especialidade é o Kochery, uma mistura de arroz, lentilhas, espaguete e cebolas fritas, regado com um pouco de molho de tomate e algumas gotas de molho picante.

CARNES:
O Sis Kebap (espetos de carne de vaca ou de cordeiro) é famoso por todo lado. A Shawarma (versão egípcia do Döner Kebap turco, fatias de carne de carneiro bem cozidas, cortadas verticalmente e servidas num pequeno pão redondo e oco). O Frango grelhado com ervas é delicioso.

PEIXES:

Os peixes e os camarões do Mediterrâneo estão sempre frescos. Prove os vários pratos: Bolti (carpa), Caboria (caranguejo), Denüs (dourado), Estakoza (lagosta) e Bouri (merlim).

DOCES:
Mohallabeyya (creme à base de farinha de arroz, perfumado com água de rosas e com pistache), Om’ali (finas folhas de massa cozida banhadas em leite muito açucarado e misturadas com noz de coco e pistache), Konafa (espécie de massa de pistache, avelãs e nozes, envolta em aletria e mel).

ÁGUA:
No Cairo e nas grandes cidades, a água normalmente é potável. Contudo, para quem não está habituado, o sabor do cloro pode ser desagradável. Assim, é recomendado beber água mineral (não é cara, em garrafas de plástico, sob licença da França).

  CERVEJA:
Stella, de fabricação local. Tem pouco álcool e é servida numa garrafa de 50cl. Duas qualidades são produzidas: a “local’ e a ”export” de rótulo azul.
      >
  Os vinhos são poucos. No entanto, você poderá
      >   experimentar o Branco Cru do Ptoloméus ou o Rosé
      >   Rubis do Egito.

      >
  A Seven Up, tornou-se uma espécie de segunda bebida
      >   nacional, depois da Coca-Cola.

      >
  Não esquecer o melhor que são os sucos de fruta:
      >   Assab - Suco de cana de açúcar, verde de aspecto
      >   leitoso e com muitas calorias. É preciso beber
      >   imediatamente, senão escurece. Er'sous - Suco de
      >
  alcaçuz. Lamoun - Suco de limão verde.
      >   Assir Borto'an - Suco de laranja. Assir manga - Suco de
      >   manga (apenas na estação de julho a outubro).

CAFÉ:
Servido à turca. Quem não gosta deve pedir um Nescafé.

CHÁ:
se quiser com leite deve dizer “Be laban”, se quiser chá de menta deve dizer “Be na'na”.

INFUSÕES:

Karkadé à base de flores de hibiscus secas, que se bebe frio
ou quente.

NOTA: as bebidas alcoólicas e vinhos adulterados são comuns. Todos os anos, pessoas morrem ou ficam cegas em conseqüência do seu consumo. Você só deve consumir bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes que têm licença. Evite beber na casa de alguém, sem ter 100% de certeza da origem das garrafas. Será melhor recusar dizendo que não bebe álcool. Num país muçulmano, ninguém ficará chocado.

 
         
       
             
 
CAIRO - El Qahira (A Vitoriosa) Cidade Milenar
 
ASWAN
 
         
  Capital do Egito, com mais de 16 milhões de habitantes. Esta cidade intensa é a mais importante do continente africano e do mundo árabe. É um importante centro comercial, mas igualmente intelectual e cultural. Os seus pontos de interesse são numerosos: Museu das Antigüidades, Cidadela de Saladino, os Souks de Khan e o velho Cairo medieval. Nos seus arredores o planalto de Gizé e a necrópole de Sakarah.   Nas portas da Núbia, na margem direita do Nilo, Aswan ocupa o lugar da primeira catarata. Ali, o Nilo alarga-se subitamente
num lago “salpicado” de ilhas onde deslizam
silenciosamente as falucas. Destas múltiplas ilhas,
Elefantina é a maior, a Ilha Kitchener é um verdadeiro
museu botânico a céu aberto.

Quanto a Aegilka, acolhe o templo de Philae. Após a
construção da barragem de Aswan (obra colossal que faz parte das obras de engenharia civis mais espetaculares do nosso século), este maravilhoso templo estava condenado a desaparecer. Salvo das águas pelo governo egípcio auxiliado pela UNESCO, o conjunto dos edifícios, desmontado pedra por pedra, foi reconstruído a 300 metros do local original. Na margem esquerda, ergue-se o Mausoléu de Aga Khan, o falecido chefe dos Ismaelitas.

A 1 Km da cidade, as antigas pedreiras nos permitem conhecer o engenhoso processo empregado pelos antigos egípcios na extração dos blocos de granito. Lá poderemos ver o obelisco inacabado, com 41 metros de altura. E a cerca de 280 Km ao sul, os enormes templos de Abu Simbel.
 
       
 
LUXOR - A Cidade Museu
   
       
  O lugar arqueológico e histórico mais rico de todo o mundo é igualmente uma cidade interessante e atraente. Situada a
660 Km ao sul do Cairo e a 230 Km a oeste da região costeira do Mar Vermelho, a cidade é beneficiada de um clima quente e seco durante todo o ano. Em Luxor, você estará nas proximidades de um dos mais belos monumentos faraônicos num raio de 100Km. Se é a sua primeira viagem ao Egito ou é um regresso ao país dos faraós, a sua estadia neste cenário fascinante irá deixá-lo encantado.
   

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